The full moon is coming!!!
Be afraid, be very afraid... :)
segunda-feira, 29 de março de 2010
sexta-feira, 26 de março de 2010
Jogos, combinações e variáveis
Após uma análise o mais detalhada possível dos emaranhados sentimentais de que me vejo rodeada actualmente, resolvi atribuir-lhes variáveis e verifiquei que são ainda mais estranhos do que me pareciam. Talvez seja porque a matemática nunca foi o meu ponto forte ou então a Primavera anda mesmo a arrasar a cabeça e o coração do pessoal. Como tal, foi isto que concluí, se é que que alguém percebe:
X apaixonou-se por Y, que entretanto se apaixona por Z. Z parece também gostar de Y, mas resolve desaparecer sem qualquer explicação. Surge W, que se interessa por X e que tem uma ligação de amizade com Y. X interessa-se também por W, mas continua a gostar de Y, que parece gostar do interesse de X, mesmo afirmando continuamente que A, B, C ou mesmo D serviriam, mas X nem pensar. Só amizade, repete continuamente. W deixa que o seu interesse por X aumente demais, fazendo com que X recue, por continuar a desejar Y. Y continua com o seu jogo estranho. Recua e avança indefinidamente. Joga-se algo sem regras muito definidas. Ninguém entende muito bem o tipo de jogo. Talvez nem mesmo quem nele participa, faça-o consciente ou inconscientemente.
Joga-se por gosto? Por necessidade? Por egoísmo? Não sei. Joga-se, até que os jogadores se cansem ou desistam deste jogo e partam para outro.
X apaixonou-se por Y, que entretanto se apaixona por Z. Z parece também gostar de Y, mas resolve desaparecer sem qualquer explicação. Surge W, que se interessa por X e que tem uma ligação de amizade com Y. X interessa-se também por W, mas continua a gostar de Y, que parece gostar do interesse de X, mesmo afirmando continuamente que A, B, C ou mesmo D serviriam, mas X nem pensar. Só amizade, repete continuamente. W deixa que o seu interesse por X aumente demais, fazendo com que X recue, por continuar a desejar Y. Y continua com o seu jogo estranho. Recua e avança indefinidamente. Joga-se algo sem regras muito definidas. Ninguém entende muito bem o tipo de jogo. Talvez nem mesmo quem nele participa, faça-o consciente ou inconscientemente.
Joga-se por gosto? Por necessidade? Por egoísmo? Não sei. Joga-se, até que os jogadores se cansem ou desistam deste jogo e partam para outro.
quarta-feira, 24 de março de 2010
Emaranhados
Porque será que as pessoas, os sentimentos, as emoções, as ligações, as mulheres, os homens, os abandonos, as necessidades, as partilhas e tudo o mais que envolve uma relação entre duas pessoas, seja de que natureza for, têm que ser tão complicados e tão complicáveis?
segunda-feira, 22 de março de 2010
Já fui e já vim...
Aterrei há poucas horas em Lisboa.
Num rápido resumo: adorei a viagem. Como sempre. Como todas.
Fiz muitas coisas que habitualmente não faço. Disse algumas coisas que habitualmente não digo. Tive algum tempo para rever sentimentos e ideias.
Conclusões: poderia com alguma facilidade viver em Amesterdão e viajar é, sem dúvida nenhuma, aquilo que mais gosto de fazer na vida.
Único senão de tudo isto: eu estou aqui, na minha cama, a escrever este post. A minha mala, com tudo lá dentro, está algures em Frankfurt, onde fiz escala. Pois. Nada é perfeito, nem mesmo viajar.
Num rápido resumo: adorei a viagem. Como sempre. Como todas.
Fiz muitas coisas que habitualmente não faço. Disse algumas coisas que habitualmente não digo. Tive algum tempo para rever sentimentos e ideias.
Conclusões: poderia com alguma facilidade viver em Amesterdão e viajar é, sem dúvida nenhuma, aquilo que mais gosto de fazer na vida.
Único senão de tudo isto: eu estou aqui, na minha cama, a escrever este post. A minha mala, com tudo lá dentro, está algures em Frankfurt, onde fiz escala. Pois. Nada é perfeito, nem mesmo viajar.
sábado, 13 de março de 2010
quinta-feira, 11 de março de 2010
Perfeito!!
Acabadinha de chegar do concerto e ainda em transe.
Terminou com esta que aqui deixo.
Mais apropriada à minha vida actual e ao final de um fantástico concerto seria díficil!
Que bom! Que saudades que tinha deles e que alma cheia tenho neste momento.
quarta-feira, 10 de março de 2010
Afinal, estou cá!
Está sol, apesar das nuvens!
Vi na Internet que vai estar sol todo o fim-de-semana, apesar de poderem estar enganados.
Fui integrada num novo projecto de trabalho, aparentemente bastante interessante, apesar de não ir ganhar nem mais um tostão por isso.
Ontem tive uma noite muito agradável, bem acompanhada e onde me enchi de Sushi, apesar das dores de dentes que tinha.
Estou a poucas horas de rever os Cranberries ao vivo, apesar de ter mais uns 10 anos de idade em relação à última vez.
Estou bem disposta. Sinto-me leve.
Ao fim de muito tempo, hoje, finalmente, sou eu outra vez!
Escolhi o frio??
A uma semana de uns breves dias de descanso, longe do dia-a-dia habitual e à distância de umas breves horas de avião (há lá coisa melhor??), lembrei-me que lá ainda está mais frio do que aqui... Ups!! Atendendo ao facto de estar a precisar urgentemente de sentir o sol a aquecer-me a pele, talvez tivesse sido melhor ideia marcar uns dias no Brasil (ai... que saudades do Brasil...).
Mas pronto, à falta de sol, sal e água de coco, lá terei de me contentar com frio, canais e uma ou outra coffeeshop... Só para conhecer e ver o ambiente, claro... :P
Mas pronto, à falta de sol, sal e água de coco, lá terei de me contentar com frio, canais e uma ou outra coffeeshop... Só para conhecer e ver o ambiente, claro... :P
sexta-feira, 5 de março de 2010
Escrever ou não escrever...
Já há algum tempo que andava com esta ideia: só tenho vontade de escrever com frequência quando estou em baixo. Na adolescência acontecia exactamente o mesmo. Quando vinha uma das muitas crises existenciais que tive, escrevia poemas, histórias, frases soltas... Deitava para fora um monte de sentimentos e tristezas, enroladas num lençol de lágrimas que colocava sobre a almofada. Quase sempre assim. A sós, fechada entre as paredes altas do meu quarto minúsculo, mas que chegava perfeitamente para guardar todo o meu mundo. Acho que ao fim destes anos, apesar das diferenças, o essencial pouco mudou. Continuo a não gostar que me vejam chorar, a fazê-lo muito raramente à frente de outras pessoas e a ter vontade de escrever quando estou triste. Quanto mais triste, mais vontade de escrever. Ao início pareceu-me estranho, mas atendendo à dificuldade que normalmente tenho em deitar cá para fora aquilo que sinto, talvez venha daí a explicação. Na adolescência ficava tudo no papel, sendo apenas algumas coisas partilhadas com uma ou duas amigas, hoje em dia fica tudo aqui. Na verdade, é um sítio aberto ao mundo, onde qualquer um pode chegar com facilidade, mas o facto de me encontrar "resguardada" no suposto anonimato do mundo virtual faz com que o teclado do meu MacBook me pareça quase tão seguro como as paredes do meu antigo quarto. Antes não era secreto, hoje não é secreto, mas continua a fazer-me bem. É o que interessa.
Ah e não, hoje não estou em baixo. Muito pelo contrário. Foi por isso que cheguei a esta conclusão.
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